Notável
O grande negócio não é o que você sabe, ou quem você conhece, mas quem conhece você.
Susan RoAne
O grande negócio não é o que você sabe, ou quem você conhece, mas quem conhece você.
Susan RoAne
Neste sábado aconteceu em São Paulo o 11º Encontro de Web Design promovido pela Arteccom. Palestraram neste evento o César S. César da Hands, a Ludmila Rossi da Mkt Virtual, o Fábio Couto do Estúdio Colletivo e o André Matarazzo da Gringo.
Na média o evento foi bom, nada que realmente surpreendesse, mas deu pra sentir o mercado e reafirmar algumas verdades já bem conhecidas, como webdesigners que fazem um website em dois dias e coisas do gênero. O que mais gostei foi ver a palestra do Fábio (Colletivo), um cara tranquilo, boa gente e extremamente criativo, não só ele, mas toda a equipe.
Algumas impressões sobre tudo isso:
Mais de 150 ícones criados por Joseph North para você usar em seus projetos e aplicações web. São bonitos e leves, mas eu ainda recomendo que você crie os seus próprios caso possa fazê-los.
Faça o download direto do site do rapaz de bom coração
Vale o update: Achei esta lista com vários ícones free que anda em constante atualização.
Design é design e estética é estética, simples a diferença, percebem? Hm?
Design é projeto, estética é o sentimento. Perceberam a diferença? Vou explicar melhor…
Quando uma pessoa olha pro site e diz: “Esse menu está feio, o design não ficou legal”, ela não está fazendo uma crítica ao design, mas sim à estética (o que é muito relativo, pois a percepção de beleza pra um pode não ser a mesma pra outro). Agora quando esta pessoa diz: “Não consigo achar o link pro contato, que droga isso… Está mal feito”, agora ela está criticando o projeto, a concepção, o design. Pegou?
E quando estas duas coisinhas andam juntas (amém), aí chamamos de “Apple”.
“Em vez de vender o que nós queríamos, vendemos o que o público gostaria que vendêssemos e encontramos um modo de ter lucro com isso. Todas as vezes que conversamos com os nossos clientes e eles nos apontaram o caminho a seguir, esse caminho foi sempre o mais difícil. E, invariavelmente, foi o caminho certo.”
(Brad Anderson, CEO da Best Buy)
Quanto custa uma idéia?
Uma das profissões mais mal-interpretadas são aquelas que trabalham com artes, criação, conceito, ou seja, trabalham com idéias. Quanto custa aquela peça gráfica? É uma pergunta complicada e exite mais de uma resposta certa.
O autor da criação geralmente sabe cobrar, conhece o seu valor, até aí ok, a questão é fazer o comprador aceitar o seu preço. E o raciocício simples e estúpido é: “mas se você nao gastou nada, não usou matéria-prima pra criar isto, porquê então deste valor?” Eis o raciocício letal para qualquer acordo onde há material criativo e/ou artístico.
Pois é, a matéria-prima dos poetas, artesãos, designers, estilistas, programadores e tantos outros profissionais, nestes casos são as idéias, a caxola, os estudos, a especialização, treinos, horas de leitura, lápis e papel. Quer mais?
É aquela história do “apertar parafusos ou apertar o parafuso certo” Pra quem não valoriza o capital intelectual, isso não parece ter diferença.
Estão aí três coisas com que eu me relaciono, internet, seguros e negócios. Na Internet estou diretamente envolvido e vivo dela, com os seguros de forma mais indireta, através da família e os negócios servem para viabilizar todos estes interesses.
O ramo de seguros tem muito ainda a se desenvolver no ambiente on-line e está no caminho pra isso. Dia 23 deste mês irá acontecer em Ribeirão Preto (interior de São Paulo) o evento: “A Internet e o Mercado de Seguros, uma viagem para o futuro - Como agregar valor junto ao cliente sem aumentar os custos“, que faz parte do 1º Ciclo de Palestras, chamado “O Corretor Vencedor”.
Grande iniciativa do CQCS e do Sincor-SP, realmente precisamos de mais ações assim para melhorar o mercado de seguros (leia-se: corretoras, seguradoras e segurados). Mas o que mais despertou meu interesse nesse evento, é ver como irão propor, através da internet, melhorias nos serviços que atualmente são bastante burocráticos.
O mercado de seguros carrega uma característica bem conservadora e tradicional, e a internet apresenta características totalmente contrárias, nasceu e cresceu apoiando-se em outros princípios… Compartilhamento, acesso livre, interação, vasta informação, cooperação, são algumas delas. Seria ótimo se víssemos mais características na internet agregadas ao mercado de seguros, no mínimo as coisas ficariam mais rápidas e descomplicadas.
Como sou um cara da administração, gosto de negócios e adoro a internet por facilitar muitos deles, esse evento será um prato cheio, certo?